Consultoria · Service Design
A conversão caiu, a equipe refaz trabalho, o cliente reclama de algo difícil de nomear. Meu trabalho é achar o ponto exato onde a operação real e a experiência projetada se separam — antes de propor qualquer solução.
Quando um destes aparece, a causa quase sempre está numa camada que ninguém mapeou ainda. Veja se algum é o seu.
Quando o problema resiste a testes A/B e redesenhos, ele quase nunca está na interface. Está na lógica que decide o que aparece, para quem e quando.
Onde eu acho: a regra por trás da telaRetrabalho constante é sintoma de um sistema sem critério de decisão claro. Cada pessoa resolve do seu jeito porque a regra nunca foi mapeada.
Onde eu acho: o critério que faltaEm ambientes regulados, a norma chega depois da tela e vira gambiarra. Eu traduzo a restrição em critério de produto antes de ela virar problema.
Onde eu acho: a norma como matéria-primaQuando quem opera usa planilhas paralelas ao sistema oficial, existe um abismo entre o processo real e o desenhado. É lá que o valor vaza.
Onde eu acho: o abismo operação × sistemaNão começo pela tela. Começo pela operação real — e sigo o rastro até o ponto exato da falha.
01 · Pesquisar
Ouço quem opera o sistema e quem está na ponta. Mapeio o processo como ele acontece de verdade — não como foi desenhado.
02 · Documentar
Service blueprint, jornadas e critérios de decisão. Onde a operação e a experiência se separam fica visível — e mensurável.
03 · Definir
Transformo o que achei em decisão de produto e regra clara: o que atacar primeiro e por quê.
04 · Executar
Proposta, plano de ação ou protótipo. A interface, quando existe, vem por último, já resolvida na origem.
Três casos em que o problema parecia de tela — e não era.
Uma conversa de diagnóstico para entender o cenário — antes de qualquer proposta.