Consultoria · Service Design
A conversão caiu, a equipe refaz trabalho, o cliente reclama de algo difícil de nomear. Meu trabalho é achar o ponto exato onde a operação real e a experiência projetada se separam — antes de propor qualquer solução.
Quando um destes aparece, a causa quase sempre está numa camada que ninguém mapeou ainda. Veja se algum é o seu.
Sua conversão trava num número e nenhum ajuste de tela resolve?
Quando o problema resiste a testes A/B e redesenhos, ele quase nunca está na interface. Está na lógica que decide o que aparece, para quem e quando.
Onde eu acho: a regra por trás da telaSua equipe refaz o mesmo trabalho a cada sprint?
Retrabalho constante é sintoma de um sistema sem critério de decisão claro. Cada pessoa resolve do seu jeito porque a regra nunca foi mapeada.
Onde eu acho: o critério que faltaUma norma ou processo novo virou um remendo na experiência?
Em ambientes regulados, a norma chega depois da tela e vira gambiarra. Eu traduzo a restrição em critério de produto antes de ela virar problema.
Onde eu acho: a norma como matéria-primaA operação faz de um jeito, o sistema assume outro?
Quando quem opera usa planilhas paralelas ao sistema oficial, existe um abismo entre o processo real e o desenhado. É lá que o valor vaza.
Onde eu acho: o abismo operação × sistemaNão começo pela tela. Começo pela operação real — e sigo o rastro até o ponto exato da falha.
01 · Pesquisar
Ouço quem opera o sistema e quem está na ponta. Mapeio o processo como ele acontece de verdade — não como foi desenhado.
02 · Mapear
Service blueprint, jornadas e critérios de decisão. Onde a operação e a experiência se separam fica visível — e mensurável.
03 · Traduzir
Transformo o que achei em decisão de produto e regra clara. A interface vem por último, já resolvida na origem.
Três casos em que o problema parecia de tela — e não era.
Uma conversa de diagnóstico para entender o cenário — antes de qualquer proposta.